quinta-feira, 26 de abril de 2012

CANTAR A PÁSCOA DO SENHOR

CANTAR A PÁSCOA DO SENHOR

O canto da Igreja no Tempo Pascal é de exultação e de alegria. Ressuscitados com Cristo, cantamos sua glória, sua vitória sobre a morte. O “aleluia” volta a ressoar em nossos lábios, invadindo todo o nosso ser com ardor sempre crescente, pois “as coisas antigas já se passaram, somos nascidos de novo!”.


A PARTICIPAÇÃO DA ASSEMBLEIA NO CANTO

O Concílio Vaticano II enfatiza a participação ativa, consciente, plena, frutuosa, externa e interna de todos os fiéis. O canto litúrgico não é propriedade particular de um cantor, animador, ou de um seleto grupo de cantores. A liturgia permite alguns momentos para solos, porém a assembleia deve ter prioridade na execução dos cantos litúrgicos. O cantor ou animador tem uma importante missão: de favorecer o canto da assembleia, ora sustentando, ora fazendo pequenos gestos de regência, contribuindo para a participação ativa de toda comunidade celebrante.
Creio então que cabe a cada grupo de canto escolher cantos acessíveis, fáceis, conhecidos, para que todos possam participar. E quando colocar algum canto mais difícil ou novo, ensaiar a assembleia antes de começar a missa, para que assim, todos possam participar.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

CANTAR A QUARESMA


A liturgia é a ação do povo de Deus reunido. Todos os ministérios exercidos ali têm por finalidade levar a assembléia à participação ativa, plena e frutuosa. Todos são atores. Nenhum ministério seja exercido para, mas com a assembléia.

O canto e a música devem expressar o mistério pascal de Cristo, de acordo com o tempo do ano litúrgico e suas festas.

Cantar a Quaresma

Cantar a quaresma é, antes de tudo, cantar a dor que se sente pelo pecado do mundo, que, em todos os tempos e de tantas maneiras, crucifica os filhos de Deus e prolonga assim, a Paixão de Cristo. É um canto de penitência e conversão, um canto sem “glória” e sem “aleluia”, um canto sem flores e sem as vestes da alegria, um cantos “das profundezas do abismo” em que nos colocaram nossos pecados (Sl 30); um grito penitente de quem implora e suplica: “Tende piedade de mim, Senhor, segundo a vossa bondade, e conforme a vossa misericórdia, apagai a minha iniqüidade” (Sl 50).
O Hino da Campanha da Fraternidade de cada ano explicita o compromisso dos fiéis com a vivência concreta da quaresma. 

Ana Angélica (Grupo de Canto)